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O que é um e-commerce?

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O que é um e-commerce e para que ele serve

O e-commerce, também conhecido como comércio eletrônico, é uma modalidade de comércio em que as transações comerciais são realizadas por meio digital, como sites, aplicativos, redes sociais, entre outros. Essa forma de comércio permite que o cliente compre produtos ou serviços diretamente da loja virtual, sem a necessidade de sair de casa.

O e-commerce tem se tornado cada vez mais popular nos últimos anos, principalmente devido à facilidade e comodidade que oferece aos clientes. Além disso, o e-commerce tem sido uma ótima opção para os empreendedores que desejam expandir seus negócios, reduzindo custos e ampliando seu alcance geográfico.

Qual diferença entre e-commerce e loja virtual

Embora os termos “e-commerce” e “loja virtual” sejam frequentemente usados ​​como sinônimos, eles têm diferenças sutis, mas importantes.

E-commerce é um termo amplo que se refere a qualquer tipo de transação comercial realizada eletronicamente, envolvendo a compra ou venda de bens ou serviços pela Internet. Isso inclui não apenas lojas virtuais (também chamadas de “lojas online”), mas também outras formas de comércio eletrônico, como leilões online, marketplaces, serviços financeiros online, entre outros.

Por outro lado, uma loja virtual é um tipo específico de site de comércio eletrônico que permite aos usuários comprar produtos ou serviços diretamente de uma empresa ou indivíduo por meio da Internet. Essas lojas são projetadas para simular a experiência de compra em uma loja física, permitindo que os usuários naveguem pelos produtos, adicionem itens ao carrinho de compras e finalizem a compra usando métodos de pagamento eletrônico.

Aqui estão mais detalhes, uma lista e exemplos de diferenças entre e-commerce e loja virtual:

  1. Escopo: O e-commerce é um termo mais amplo que se refere a todas as transações comerciais que ocorrem eletronicamente, enquanto uma loja virtual é um tipo específico de site de comércio eletrônico voltado para vendas diretas ao consumidor.
  2. Propósito: O objetivo do e-commerce é permitir que empresas e indivíduos realizem transações comerciais online, enquanto o objetivo da loja virtual é vender produtos ou serviços diretamente aos consumidores pela Internet.
  3. Foco: O e-commerce pode ter foco em diferentes áreas, como B2B (business-to-business), B2C (business-to-consumer) ou C2C (consumer-to-consumer). Já a loja virtual tem um foco principal no B2C, onde os clientes finais são o alvo principal.
  4. Funcionalidades: As funcionalidades de um site de e-commerce podem variar amplamente dependendo do tipo de transação que está sendo realizada, enquanto uma loja virtual precisa ter recursos essenciais, como carrinho de compras, formas de pagamento seguras, catálogo de produtos, entre outros.
  5. Experiência do usuário: A experiência do usuário é fundamental para o sucesso de qualquer site de e-commerce, mas é especialmente importante para uma loja virtual, que precisa oferecer uma experiência de compra fácil e agradável para seus clientes. Por isso, muitas lojas virtuais investem em design atraente, informações detalhadas sobre os produtos e navegação simplificada.

Exemplos:

  • Um site de leilões online é um exemplo de e-commerce que não é necessariamente uma loja virtual, pois o foco principal não é a venda direta de produtos.
  • Uma empresa que vende serviços financeiros pela internet é um exemplo de e-commerce que também não é uma loja virtual.
  • Um site de comércio eletrônico como Amazon ou Mercado Livre são exemplos de plataformas de e-commerce que possuem várias lojas virtuais dentro delas, onde os vendedores podem criar suas próprias lojas online para vender diretamente aos consumidores.

Qual a diferença entre e-commerce e marketplace

Aqui estão mais detalhes, uma lista e exemplos de diferenças entre e-commerce e marketplace:

  1. Propósito: O propósito do e-commerce é permitir que empresas e indivíduos realizem transações comerciais online, enquanto o propósito do marketplace é conectar compradores e vendedores em uma plataforma centralizada.
  2. Foco: O foco principal do e-commerce é a venda direta de produtos ou serviços, enquanto o focus do marketplace é na facilitação da compra e venda entre terceiros.
  3. Modelo de negócio: No e-commerce, a empresa geralmente é responsável por vender e enviar produtos diretamente aos clientes. Em um marketplace, os vendedores listam seus próprios produtos na plataforma e são responsáveis pelo atendimento ao cliente e envio dos produtos para os compradores.
  4. Variedade de produtos: Um site de e-commerce geralmente vende apenas seus próprios produtos ou serviços, enquanto um marketplace oferece uma variedade muito maior de produtos vendidos por diferentes vendedores.
  5. Comissões: O modelo de negócios do marketplace frequentemente inclui a cobrança de comissões sobre as vendas realizadas pelos vendedores, enquanto o e-commerce geralmente não cobra comissão pelos produtos ou serviços vendidos diretamente pela empresa.
  6. Controle: Em um site de e-commerce, a empresa tem controle total sobre a experiência do usuário, desde o design do site até a embalagem e envio dos produtos. Em um marketplace, a empresa oferece uma plataforma para os vendedores, mas não tem controle sobre a qualidade dos produtos, envio ou experiência do usuário.

Exemplos:

  • Amazon é um exemplo de plataforma de e-commerce, pois vende seus próprios produtos diretamente aos consumidores.
  • A Etsy é um exemplo de marketplace, pois permite que artesãos e vendedores independentes criem suas próprias lojas na plataforma para vender produtos diretamente aos consumidores.
  • A plataforma Mercado Livre possui ambos os modelos: a empresa oferece uma plataforma de marketplace para vendedores independentes, mas também vende seus próprios produtos diretamente aos consumidores.

Quais são os tipos de e-commerce?

Existem diversos tipos de e-commerce, entre eles:

  • B2B (Business to Business): vendas realizadas entre empresas;
  • B2C (Business to Consumer): vendas realizadas diretamente para os consumidores finais;
  • C2C (Consumer to Consumer): vendas realizadas entre pessoas físicas por meio de plataformas online;
  • C2B (Consumer to Business): quando o consumidor vende um produto ou serviço para a empresa.

    Além desses, também existem outros modelos de e-commerce, como o B2G (Business to Government), que realiza vendas para órgãos governamentais; o G2C (Government to Consumer), que envolve vendas governamentais diretas aos consumidores; e o G2B (Government to Business), que envolve vendas governamentais para empresas.

Como surgiu o e-commerce

O e-commerce surgiu no final dos anos 1970, quando algumas empresas começaram a usar tecnologias da informação para realizar transações comerciais eletrônicas. No entanto, o conceito de comércio eletrônico só se popularizou na década de 1990, com a popularização da Internet e do World Wide Web.

A primeira venda online conhecida foi realizada em 11 de agosto de 1994, quando uma empresa chamada NetMarket vendeu um CD da banda Sting para um comprador em New Hampshire, nos Estados Unidos. Logo depois, outras empresas começaram a experimentar o comércio eletrônico, vendendo inicialmente produtos como livros, CDs e software.

Em 1995, Amazon e eBay foram criadas, marcando o início do comércio eletrônico moderno. A Amazon começou como uma loja online de livros e gradualmente expandiu sua oferta para outros produtos. O eBay, por sua vez, começou como um site de leilões online, permitindo que os usuários vendessem seus próprios produtos diretamente a outros usuários.

Desde então, o e-commerce cresceu rapidamente em todo o mundo, impulsionado pela facilidade de compra proporcionada pela Internet e pela crescente confiança dos consumidores em fazer compras online. Hoje em dia, é comum encontrar lojas virtuais que ofereçam uma ampla variedade de produtos, desde alimentos até roupas, eletrônicos e móveis. O e-commerce também é usado em serviços financeiros, viagens, hospedagem e muitos outros setores.

E-commerce no Brasil

O comércio eletrônico no Brasil começou a se desenvolver a partir do final dos anos 1990, quando algumas empresas nacionais e internacionais começaram a oferecer a venda de produtos online. No entanto, o crescimento do e-commerce no país realmente tomou impulso na década de 2000, com a popularização da Internet e a melhoria da infraestrutura de conectividade.

Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o faturamento do e-commerce brasileiro alcançou R$ 133 bilhões em 2020, um aumento de 68% em relação ao ano anterior. Além disso, estima-se que existam mais de 1,3 milhão de lojas virtuais no país atualmente.

As categorias de produtos mais vendidas no e-commerce brasileiro incluem moda, beleza, eletrônicos, casa e decoração, alimentos e bebidas, entre outros. O mercado de Marketplaces também vem ganhando espaço no país, com grandes empresas como Mercado Livre, Americanas.com, Casas Bahia e Magazine Luiza atuando neste modelo de negócio.

Entre os desafios enfrentados pelo e-commerce no Brasil estão a elevada carga tributária, a logística complexa em um país de dimensões continentais e a segurança das transações online. No entanto, o setor vem avançando e apresentando oportunidades para empresas de todos os tamanhos e segmentos, impulsionado pela crescente adesão dos consumidores às compras online e pela busca por soluções cada vez mais eficientes e seguras.

Quais as vantagens e desvantagens do e-commerce

Algumas das principais vantagens do e-commerce são:

  • Maior alcance geográfico;
  • Menor custo operacional;
  • Maior variedade de produtos;
  • Facilidade de compra para o cliente;
  • Possibilidade de análise de dados para otimização das vendas.

Porém, também é importante considerar as desvantagens do e-commerce, como:

  • Necessidade de investimento inicial em tecnologia e logística;
  • Concorrência acirrada;
  • Possibilidade de fraudes e golpes online.
  • É preciso considerar esses fatores ao decidir investir em um negócio de e-commerce, mas as vantagens geralmente superam as desvantagens.

Comparação entre os tipos de e-commerce

Existem diferentes tipos de e-commerce, cada um com suas próprias características e particularidades. Aqui está uma comparação entre alguns dos principais tipos:

  1. B2B (Business-to-Business): Neste modelo, as transações comerciais são realizadas entre empresas. Caracteriza-se por compras em grandes volumes e envolve negociações diretas entre os representantes das empresas.
  2. B2C (Business-to-Consumer): É o tipo mais comum de e-commerce, onde as transações comerciais são realizadas entre empresas e consumidores finais. O foco é a venda direta ao cliente final.
  3. C2C (Consumer-to-Consumer): Neste modelo, os consumidores vendem produtos ou serviços diretamente uns aos outros. Sites de leilão e plataformas de vendas de produtos usados são exemplos de C2C.
  4. B2G (Business-to-Government): Neste modelo, as transações comerciais são realizadas entre empresas e órgãos governamentais, onde o governo é o cliente.
  5. G2B (Government-to-Business): É o oposto do modelo B2G, onde as transações comerciais são realizadas pelo governo com empresas privadas.
  6. G2C (Government-to-Consumer): Neste modelo, o governo oferece serviços e produtos diretamente aos cidadãos, como a emissão de documentos, cobrança de impostos, entre outros.

Cada tipo de e-commerce tem suas próprias vantagens e desafios, e as estratégias e ferramentas necessárias para ter sucesso em cada um podem ser diferentes. Por exemplo, no B2B, a negociação e o atendimento personalizado são fundamentais, enquanto no B2C, a experiência do usuário e o marketing digital são mais importantes.

Independentemente do modelo escolhido, o e-commerce é uma oportunidade para as empresas expandirem seus negócios, alcançarem novos públicos e oferecerem mais conveniência aos seus clientes.

Quais são as redes de e-commerce que mais crescem no Brasil?

Aqui estão algumas das redes de e-commerce que mais crescem no Brasil, com informações sobre o ano de fundação, valor de vendas anuais, tipo de produto à venda e link do site:

  1. Magalu: Fundada em 1957 como uma loja física de móveis, a Magazine Luiza é hoje uma das principais plataformas de e-commerce do país. Em 2020, a empresa alcançou cerca de R$ 15 bilhões em vendas totais, incluindo as vendas online e offline. A empresa oferece uma ampla variedade de produtos, incluindo eletrônicos, eletrodomésticos, itens de beleza e cuidados pessoais, moda, entre outros.

Site: https://www.magazineluiza.com.br/

  1. Mercado Livre: Lançado em 1999, o Mercado Livre é um dos maiores marketplaces da América Latina, permitindo que vendedores independentes listem seus próprios produtos na plataforma. Em 2020, o valor bruto de mercadorias (GMV) movimentado pela empresa foi de cerca de US$ 20 bilhões. O Mercado Livre vende uma ampla variedade de produtos, desde eletrônicos até alimentos e bebidas, passando por moda, casa e decoração, esportes, entre outros.

Site: https://www.mercadolivre.com.br/

  1. B2W Digital: Fundada em 2006 como resultado da fusão das empresas Americanas.com, Submarino e Shoptime, a B2W Digital é uma das maiores empresas de e-commerce do Brasil. Em 2020, a empresa teve vendas líquidas de R$ 26 bilhões. A B2W Digital vende produtos de diversas categorias, como eletrônicos, eletrodomésticos, moda, livros, entre outros.

Site: https://www.b2wdigital.com/

  1. Netshoes: Fundada em 2000 como uma loja online de artigos esportivos, a Netshoes foi adquirida pelo Magazine Luiza em 2019. Em 2020, a empresa teve vendas totais de R$ 3,5 bilhões. A Netshoes oferece uma ampla variedade de produtos esportivos, incluindo calçados, roupas, acessórios e equipamentos.

Site: https://www.netshoes.com.br/

  1. Zattini: Lançada em 2014 pela Netshoes, a Zattini é uma loja virtual focada em moda e estilo. Em 2020, a empresa teve um aumento de 124% nas vendas em relação ao ano anterior. A Zattini oferece uma grande variedade de produtos, incluindo roupas, sapatos, bolsas, acessórios e joias.

Site: https://www.zattini.com.br/

*É importante lembrar que os valores citados podem estar sujeitos a variações, de acordo com o desempenho financeiro das empresas nos últimos anos.

Quais são as categorias dos e-commerces com maior crescimento?

Aqui estão as 20 categorias de e-commerces com maior crescimento no Brasil, organizadas em duas colunas:

Categorias de Produtos Marketplaces / E-commerce Especializados
Alimentos e Bebidas Rappi
Moda Dafiti
Casa e Decoração MadeiraMadeira
Saúde e Beleza Época Cosméticos
Eletrônicos Magazine Luiza
Automotivo Mercado Livre
Pet Shop Petlove
Livros Amazon Brasil
Móveis e Colchões Mobly
Esporte e Lazer Netshoes
Ferramentas e Construção Leroy Merlin
Brinquedos e Games ToyShow
Viagens e Turismo Booking.com
Joias e Acessórios Vivara
Produtos para bebês e crianças Bebê Store
Telefonia e Celulares Claro Shopping
Serviços financeiros e investimentos XP Investimentos
Artigos de Festas e Eventos FestaBox
Produtos para escritório e papelaria Kalunga
Produtos eróticos e sensuais Miess

Vale ressaltar que essas categorias não são fixas e podem sofrer mudanças ao longo do tempo, de acordo com o comportamento dos consumidores e tendências do mercado.

Como criar um e-commerce em 5 passos

Se você deseja criar um e-commerce, é importante seguir alguns passos para garantir que seu negócio seja bem-sucedido. São eles:

  1. Defina um nicho de mercado: escolher um nicho específico pode ajudar a destacar seu e-commerce da concorrência;
  2. Escolha uma plataforma de e-commerce adequada: há diversas opções de plataformas de e-commerce disponíveis, cada uma com suas vantagens e desvantagens;
  3. Crie uma identidade visual consistente: uma boa identidade visual ajuda a transmitir a mensagem correta sobre sua marca e seus produtos;
  4. Invista em marketing digital: é importante criar uma estratégia de marketing digital para atrair clientes e aumentar as vendas;
  5. Ofereça uma boa experiência de compra ao cliente: tudo deve ser pensado de forma a tornar a experiência do cliente o mais fácil possível, desde a navegação até o processo de pagamento.

Quais as métricas de e-commerce?

As métricas de e-commerce são indicadores que permitem aos gestores avaliar o desempenho do negócio e tomar decisões para melhorar a experiência do usuário, aumentar as vendas e otimizar os processos internos. Aqui estão alguns exemplos de métricas importantes para o e-commerce:

  1. Visitantes únicos: Número de visitantes diferentes ao site em um determinado período de tempo. É importante monitorar esse indicador para avaliar o alcance da loja virtual.
  2. Taxa de conversão: Percentual de visitantes que realizam uma compra na loja virtual. Essa métrica é importante para avaliar a eficácia das estratégias de marketing e de usabilidade da página.
  3. Ticket médio: Média do valor gasto por cada cliente em compras no site. Essa métrica é importante para avaliar o quanto cada cliente está contribuindo para as vendas totais da loja virtual.
  4. Abandono de carrinho: Percentual de clientes que colocaram produtos no carrinho de compras, mas não finalizaram a compra. Essa métrica é importante para identificar problemas no processo de checkout e na experiência do usuário.
  5. Retorno sobre investimento (ROI): Indica o retorno financeiro obtido em relação ao investimento feito em marketing, publicidade ou outras estratégias de divulgação da loja virtual.
  6. Custo de Aquisição de Cliente (CAC): Valor gasto para adquirir um novo cliente, incluindo custos com publicidade, marketing, etc.
  7. Tempo médio de permanência na página: Quantidade de tempo que um visitante permanece na loja virtual antes de sair. Essa métrica é importante para avaliar a eficácia da página em manter a atenção do cliente.
  8. Taxa de recompra: Percentual de clientes que fazem uma nova compra na loja virtual. Essa métrica é importante para avaliar a fidelidade dos clientes e o sucesso das estratégias de fidelização.
  9. Índice de satisfação do cliente: Medida da satisfação geral dos clientes com a experiência de compra na loja virtual. Essa métrica é importante para avaliar o desempenho da loja em fornecer um serviço de alta qualidade aos clientes.

Cada uma dessas métricas oferece uma visão diferente sobre a performance da loja virtual. Ao monitorar e analisar regularmente esses indicadores, os gestores podem obter insights valiosos para melhorar a experiência do usuário, aumentar as vendas e otimizar os processos internos.

Quais as melhores estratégias de marketing para e-commerce?

Existem diversas estratégias de marketing que podem ser aplicadas em um e-commerce, com o objetivo de atrair clientes, aumentar as vendas e melhorar a relação com os consumidores. Aqui estão algumas das melhores estratégias de marketing para e-commerce:

  1. Marketing de Conteúdo: Produzir conteúdo relevante e de qualidade pode ajudar a atrair tráfego orgânico para o site e aumentar o engajamento dos usuários. Alguns exemplos de conteúdo são tutoriais, guias, dicas, reviews de produtos e posts em redes sociais.
  2. SEO (Search Engine Optimization): Otimizar o site para motores de busca é uma das principais formas de atrair tráfego qualificado e tornar a loja virtual mais visível no Google. Algumas técnicas de SEO incluem uso de palavras-chave relevantes, meta tags, títulos otimizados e conteúdo de qualidade.
  3. Marketing de Influência: Trabalhar com influenciadores digitais é uma forma eficaz de alcançar novos públicos e aumentar a visibilidade da marca. Os influenciadores podem promover os produtos em suas redes sociais ou blog, gerando mais tráfego e conversões.
  4. E-mail Marketing: Utilizar o e-mail como canal de comunicação com os clientes pode ajudar a manter o relacionamento, enviar promoções e ofertas exclusivas, além de descontos e informações sobre novos produtos.
  5. Anúncios Pagos: Investir em publicidade paga em plataformas como Google Ads e Facebook Ads pode ser uma forma eficaz de aumentar a visibilidade do site e atrair novos clientes.
  6. Redes Sociais: Utilizar as redes sociais para divulgar os produtos, compartilhar conteúdo relevante e interagir com os consumidores é uma forma de estreitar o relacionamento com seus clientes e aumentar a visibilidade da marca.
  7. Programas de Fidelidade: Oferecer programas de fidelidade e recompensas para clientes fiéis pode ajudar a aumentar as vendas e gerar maior engajamento com o público-alvo.
  8. Remarketing: Utilizar anúncios para exibir produtos que o usuário visualizou anteriormente em seu site ou carrinho de compras, pode ajudar a “lembrar” o cliente dos itens que ele estava interessado e incentivar a finalização da compra.

Essas são apenas algumas das estratégias de marketing que podem ser aplicadas em um e-commerce. Cada loja virtual pode escolher as táticas que mais se adequem ao seu público-alvo, segmento e objetivos de negócio.

Principais empresas de e-commerce no Brasil

Aqui estão algumas das principais empresas de e-commerce no Brasil, com seus respectivos links, valor de vendas anuais e tipo de produto vendido:

  1. Mercado Livre: https://www.mercadolivre.com.br/ – Valor bruto de mercadorias (GMV) movimentado pela empresa foi de cerca de US$ 20 bilhões em 2020. Plataforma de comércio eletrônico que conecta compradores e vendedores.
  2. Magazine Luiza: https://www.magazineluiza.com.br/ – Vendas totais em 2020 foram de cerca de R$ 15 bilhões. Loja virtual que comercializa produtos diversos, como eletrônicos, eletrodomésticos, itens de beleza e cuidados pessoais, moda, entre outros.
  3. B2W Digital: https://www.b2wdigital.com/ – Vendas líquidas de R$ 26 bilhões em 2020. Empresa que detém as marcas Americanas.com, Submarino e Shoptime, com uma variedade de produtos oferecidos, incluindo eletrônicos, eletrodomésticos, moda, livros, entre outros.
  4. Netshoes: https://www.netshoes.com.br/ – Vendas totais em 2020 foram de cerca de R$ 3,5 bilhões. Loja virtual especializada em artigos esportivos, como calçados, roupas, acessórios e equipamentos.
  5. Zattini: https://www.zattini.com.br/ – Aumento de 124% nas vendas em relação ao ano anterior. Loja virtual focada em moda e estilo, com produtos que incluem roupas, sapatos, bolsas, acessórios e joias.
  6. Amazon Brasil: https://www.amazon.com.br/ – Empresa que comercializa diversos produtos online, desde eletrônicos até livros, passando por moda, casa e decoração, esportes, entre outros. Não divulga dados de vendas específicos para o Brasil.
  7. Dafiti: https://www.dafiti.com.br/ – Loja virtual especializada em moda, oferecendo uma ampla gama de produtos, como roupas, sapatos, bolsas e acessórios femininos, masculinos, infantis e esportivos.
  8. Elo7: https://www.elo7.com.br/ – Vendas totais em 2020 foram de cerca de R$ 1,5 bilhões. Plataforma de comércio eletrônico que permite a venda de produtos artesanais, feitos à mão e personalizados.
  9. Farfetch: https://www.farfetch.com/br/ – Vendas totais em 2020 foram de cerca de US$ 3 bilhões. Loja virtual especializada em moda de luxo, oferecendo uma ampla gama de produtos, incluindo roupas, sapatos, bolsas e acessórios.
  10. Petlove: https://www.petlove.com.br/ – Aumento de 65% nas vendas em relação ao ano anterior. Loja virtual especializada em produtos para pets, incluindo rações, brinquedos, remédios e acessórios.

Essas são apenas algumas das principais empresas de e-commerce no Brasil, cada uma atuando em um segmento diferente do mercado e apresentando estratégias distintas para alcançar o sucesso.

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